O que você deve saber antes de investir com um robô trader
16 de maio de 2017
Relatório para Agosto
4 de agosto de 2017

Chegamos ao mês de Junho, as incertezas políticas aumentaram ainda mais após as novas delações, não há mais certeza se o governo continua ou não.

Em meio as maiores crises é que surgem as maiores oportunidades, por isso não deixe de acompanhar nosso relatório e principalmente de se manter bem ASSESSORADO nesse período, conte com nós da Evolution Investimentos.

Vamos à visão macro e perspectivas de nossos analistas:

Comentários & Perspectivas

O cenário mudou. No Brasil, a Lava Jato avança, e a pinguela de Temer pode não sobreviver até o final de 2018.
A delação dos irmãos Batista, da J&F, pode ser considerada um “choque”, um evento inesperado e que com alto poder de impacto. Na terminologia do famoso investidor Nassim Taleb, um “cisne negro”. Isso é algo que tende a manter os investidores mais céticos quanto ao futuro do país. Afinal, ao menos no curto prazo, a tramitação de reformas importantes, como a da Previdência, fica congelada (no melhor dos casos, é atrasada). A incerteza quanto à permanência de Temer na presidência continua e, ao que tudo indica, pode se estender por semanas.
Em nossa opinião, qual é o cenário mais provável? Cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE; eleições indiretas em 30 dias, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, conduzindo o país até a escolha do novo presidente. Neste caso, o melhor cenário seria o Congresso chegar a um consenso, escolhendo alguém que possa manter, ainda que minimamente, a pauta reformista no Congresso, neste governo “tampão”. Seria, portanto, uma espécie de “Congresso de coalizão”. Seja como for, é difícil imaginar um processo rápido, com os mercados locais de volta aos patamares de antes, e recuperando as perspectivas positivas de médio prazo, que até então estávamos mantendo.

No exterior, tudo indica que os juros subirão nos EUA em junho. Na Europa, o ritmo de atividade ganha forças.

Embora os números recentes dos EUA não mais surpreendam de forma positiva, espera-se que o Fed, o banco central (BC) do país, eleve os juros em junho (a próxima reunião será dias 13 e 14). Isso os levaria do atual patamar de 0,75-1,00% para 1,00-1,25% ao ano. A crise política em Washington ganha maior dimensão, fala-se abertamente de impeachment, e as propostas de Trump ainda mal saíram do papel.
Embora ainda esperemos uma economia forte, com bolsa e dólar em alta à frente, perdemos parte da nossa convicção recente. O contrário acontece na Europa, diante da diminuição do risco político e números que mostram um crescimento mais forte na região. Aliás, o avanço das bolsas da região têm atestado este cenário mais favorável por lá.
E os mercados? As bolsas continuam em alta lá fora, com emergentes tendo apresentado desempenho mais forte do que os desenvolvidos.
De acordo com os índices MSCI, estas subiram 4,91% e 3,87%, respectivamente (desempenhos em dólares). Assim, fica claro que os ativos do Brasil foram na contramão, diante dos acontecimentos recentes. O Ibovespa recuou 4,12% em maio, e o dólar subiu 1,58%. Assim, em dólares, o Ibovespa caiu 6,05% no mês . O clima de stand-by deve continuar por algum tempo, enquanto o médio prazo continuar nebuloso.

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Bons investimentos.